• Home »
  • Notícias »
  • Caminhoneiros são amarrados e abandonados em mata após assalto na BR-174 em Vilhena

Caminhoneiros são amarrados e abandonados em mata após assalto na BR-174 em Vilhena

G1

Dois caminhoneiros, de 42 e 33 anos, foram amarrados e abandonados em uma mata há cerca de 70 km de Vilhena (RO), no Cone Sul, durante um assalto na BR-174. Eles contaram à polícia que só conseguiram pedir por socorro quando se soltaram das cordas e caminharam até a propriedade rural mais próxima.

pmAs vítimas são moradores de Cacoal (RO) e transportavam, em dois caminhões, uma carga de café para o município de Juína (MT). Em um trecho do caminho, reduziram a velocidade para passar por uma ponte de madeira, momento em que foram surpreendidos por quatro homens armados que saíram debaixo da ponte.

O grupo anunciou o assalto e exigiu que os motoristas descessem das cabines. De acordo com o boletim de ocorrência, um dos bandidos teria atirado no local para aterrorizá-los e, em seguida, utilizado de violência física para rendê-los.

Sob a mira de arma de fogo, os caminhoneiros foram conduzidos para uma mata e amarrados com uma corda que o grupo teria encontrado em um dos caminhões.

Depois, os bandidos levaram apenas um dos caminhões (pois o outro apresentou falha mecânica), quase R$ 3mil em cédulas, e os chips e baterias dos celulares das vítimas para que não chamassem a polícia.

Quando conseguiram se libertar, os caminhoneiros caminharam até a propriedade rural mais próxima e utilizaram o telefone do sitiante para comunicar o roubo à empresa em que trabalham.

A Polícia Militar (PM) de Cacoal foi acionada e enviou as informações para a PM de Vilhena. Uma equipe encontrou um dos caminhões atolado na pista há aproximadamente 10km de onde ocorreu o assalto.

Aos militares, as vítimas narraram que pelo menos três homens estavam armados, e que não puderam identificar pois todos estavam encapuzados. Disseram ainda que ouviram um barulho de um automóvel, possivelmente utilizado para dar apoio aos suspeitos.

O caso foi registrado na Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp) de Vilhena, e deve ser investigado.