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Três rodovias que cortam a região estão entre as 10 melhores do país

Ligação entre Jacareí a Campinas, a Dom Pedro 1º (SP-065) é a melhor do Brasil, segundo a CNT Rodovias; a Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto (SP-070), entre São Paulo e Taubaté, ficou em 3º, e a Via Dutra, em 10º

Duas rodovias estaduais e a Via Dutra, que cortam o Vale do Paraíba, estão entre as 10 melhores do país, segundo a 23ª edição da pesquisa sobre estradas da CNT (Confederação Nacional dos Transportes).

Na lista, todas as 10 melhores ligações rodoviárias do país passam por São Paulo e são administradas por concessionárias.

A Rodovia Dom Pedro 1º (SP-065), que liga Jacareí a Campinas, é a primeira colocada no ranking. Administrada pela Rota das Bandeiras, a estrada recebeu classificação de “ótima”.

Em terceiro lugar, também com “ótima”, a lista traz a Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto (SP-070), entre São Paulo e Taubaté, concedida à Ecopistas.

A Rodovia Presidente Dutra, estrada federal, ficou em 10º lugar do ranking de qualidade das rodovias, também classificada como “ótima”. A estrada liga as capitais São Paulo e Rio de Janeiro, cortando o Vale.

No total, a pesquisa da CNT faz o ranking de 109 ligações.

Ao todo, foram avaliados mais de 108 mil quilômetros de rodovias em todo o país. A pesquisa analisa toda a malha federal pavimentada e os principais trechos estaduais também pavimentados.

A estrada que liga São Paulo a Limeira (SP-310), com trechos das rodovias Washington Luís e Bandeirantes, foi a segunda colocada do ranking.

Nesta edição do estudo, não foram avaliadas outras estradas estaduais do Vale, como a Rodovia dos Tamoios (SP-099), Floriano Rodrigues Pinheiro (S`-123) e a Oswaldo Cruz (SP-125).

PAÍS.

No geral, contudo, o levantamento mostra que a situação das rodovias piorou no país. O estado geral apresenta problemas em 59% da extensão dos trechos avaliados. Em 2018, o percentual foi 57%.

Também piorou a situação do pavimento (52,4% com problema), da sinalização (48,1%) e da geometria da via (76,3%). No ano passado, a avaliação foi 50,9%, 44,7% e 75,7% com problemas, respectivamente.

O número de pontos críticos identificados ao longo dos 108,8 mil quilômetros pesquisados aumentou 75,6%, passando de 454 para 797.

Deste total, 130 são erosões na pista, 26 quedas de barreira, duas pontes caídas e 639 trechos com buracos.

‘São Paulo é referência em concessões rodoviárias’, afirma o diretor da Artesp

Para Giovanni Pengue Filho, diretor geral da Artesp (Agência de Transportes do Estado de São Paulo), a qualidade das estradas paulistas é garantida pelo programa de concessões. “O resultado da CNT sobre a qualidade das rodovias paulistas, inclusive da malha concedida que atende a região do Vale, reforça que o Estado de São Paulo está no caminho certo. Desde o início do programa, as concessionárias já investiram R$ 120 bilhões nas rodovias estaduais, foram mais de três mil quilômetros de duplicações e faixas adicionais. Hoje São Paulo é referência em concessões rodoviárias”.